Rádio 90 anos no Brasil: um senhorzinho moderno que se acopla a novas mídias


Durante a semana em que foram comemorados os 90 anos do rádio no Brasil, o blogueiro que vos escreve participou de dois eventos em homenagem à data, aqui em São Paulo.

O primeiro aconteceu na Faculdade Cásper Líbero, em parceria com a Rádio Gazeta AM. Todos os detalhes desse seminário você confere nos posts a seguir.

O segundo evento aconteceu no SENAC. Nos dois encontros, profissionais da área discutiram a importância do rádio ao longo dos seus 90 anos de existência e, principalmente, os caminhos que a mídia deveria seguir diante das novas tecnologias.

Temas como inclusão social no rádio, gestão profissional, legislação, segmentação, perfil do novo ouvinte, convergência de mídias e muitos outros entraram na roda de discussão.

Nos encontros de que participei, uma ideia apareceu com frequência: o rádio precisa se reinventar sempre.

Tópicos discutidos no Seminário “Rádio 90 anos no Brasil”

  • O rádio é a mídia mais encantadora.
  • O rádio é um senhorzinho moderno que se acopla às novas mídias.
  • Não dá para fazer televisão sem antes ter ouvido uma mídia chamada rádio.
  • Já decretaram várias vezes a morte do rádio, e nada disso aconteceu.
  • Como se explica a empatia criada pelo rádio?
  • O rádio tem como função trabalhar o imaginário do ouvinte.
  • Por que a grande maioria das pessoas quer fazer rádio?
  • Por que todo mundo tem interesse em ter uma rádio?
  • O rádio é um grande prestador de serviço.
  • O rádio, na atualidade, é áudio, vídeo, texto e tudo aquilo que vier a seguir.
  • A internet é mais um meio de entrega para o rádio.
  • Cada época do rádio teve seu valor e sua importância.
  • O rádio passa por uma mudança de linguagem.
  • O rádio não pode ser visto apenas como o primeiro a dar a notícia. É preciso produzir algo diferente da agenda e sair do lugar-comum.
  • Hoje, no rádio, muita coisa virou commodity.
  • O conteúdo foi deixado um pouco de lado.
  • O rádio precisa de conteúdo.
  • Jovens não gostam de rádio.
  • Muitos jovens chegam à faculdade de Comunicação sem conhecer a mídia rádio.
  • As redes sociais são ótimos parâmetros para conhecer o perfil do ouvinte.
  • O rádio deve agregar informação e valor.
  • É preciso ter uma proposta que vá além de tocar música.
  • No rádio, existe uma diferença entre ser objetivo e simplesmente diminuir a quantidade de informação.
  • O rádio ainda ocupa uma parcela pequena do bolo publicitário.
  • A inclusão social no rádio deve existir, inclusive com programas voltados para esse público.
  • A voz da população precisa chegar ao rádio.
  • Você não escolhe o rádio para trabalhar. O rádio escolhe você!

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